Iniciar uma carreira e obter sucesso trabalhando como advogado autônomo não é tarefa fácil. Vários são os obstáculos, desafios e sacrifícios que o profissional tem que enfrentar quando decidi seguir esse caminho. Entretanto, os resultados podem ser muito recompensadores. Além de retorno financeiro, há a satisfação pessoal, que não tem preço.

Não tenha medo de começar por baixo. Basta fazer uma breve pesquisa de todos os mais bem-sucedidos empresários e verá que o início não é fácil para ninguém. Além disso, nunca é da forma que imaginamos, mas só depende de nós que o futuro seja da forma que sonhamos. Então, invista no seu trabalho. A perspectiva de crescimento a longo prazo (seja financeira, seja de conhecimento) é grande.

O exercício da profissão de advogado de forma autônoma existe desde que o homem passou a viver em sociedade, nos tempos antigos. Algumas pessoas se especializavam nas ciências jurídicas e passavam a interpretar regras sociais e convivência e aconselhar outros indivíduos.

Hoje a atuação de um advogado autônomo mudou bastante. Na área do Direito há grande integração homem e máquina e ferramentas como aplicativos jurídicos têm auxiliado os profissionais.

Interessou-se em saber mais sobre o advogado autônomo, quais são os seus principais desafios e de que forma ele obterá sucesso na profissão? Então continue a leitura a seguir, pois apresentaremos a você o guia completo do advogado autônomo!

O que é ser um advogado autônomo?

Autônomo é aquele que trabalha por conta própria, que é livre e tem autonomia para ditar os rumos da sua carreira profissional. Na advocacia, o advogado autônomo é aquele profissional que não detém vínculo empregatício com empresas, escritórios ou outras sociedades.

Ele será senhor do seu próprio empreendimento jurídico, determinará seu horário de serviço, suas técnicas processuais e outros aspectos relacionados ao exercício da profissão.

O advogado autônomo terá como principais desafios a necessidade de desenvolver algumas habilidades específicas que transcendem o âmbito jurídico. Por trabalhar por conta própria ele precisa se comunicar muito bem, manter uma rede de relacionamentos com outros advogados e pessoas de outros setores para receber indicações de clientes e até serviços de colegas quando estes necessitarem.

Além disso, o advogado autônomo deve ser um exemplar gestor, pois ele deverá ser capaz de administrar:

  • valores recebidos e valores gastos pelo escritório;
  • processos e prazos processuais;
  • relacionamentos interpessoais com clientes e colegas advogados, dentre outros.

Hoje, essa função tem sido facilitada pelos aplicativos específicos para advogados que vem auxiliar os profissionais em tarefas e compromissos diários, como atenção aos prazos e compromissos processuais.

Como começar a carreira de advogado autônomo?

Um grande questionamento a ser feito por todo recém-ingresso nos quadros da OAB, que iniciará a advocacia de forma individual é: por onde começar? Como iniciar a carreira de modo a obter sucesso, quais atitudes devo tomar?

Há pontos em comum em todo início de carreira, seja da área jurídica ou não. É necessário muito esforço e determinação para conseguir a inserção no mercado de trabalho. Evidentemente as dúvidas sempre existirão, mas mantenha-se firme em seus propósitos e seus métodos, pois se você se preparou para isso você será capaz de obter realizações com eles.

Vamos demonstrar alguns aspectos a serem considerados no início da carreira de advogado autônomo e como potencializar o êxito nesses pontos.

Como adquirir experiência?

Iniciar uma carreira solo não depende apenas de força de vontade e coragem, vai muito além disso. O conhecimento técnico a ser posto em prática é o que vai determinar o sucesso e para que isso ocorra, será necessário ter vivenciado o mundo jurídico antes.

Infelizmente, os estágios realizados durante a faculdade não são suficientes para garantir uma prática suficiente para o recém-formado enfrentar o mercado e por isso, é necessário que outras medidas sejam realizadas.

Diante desse cenário, muitos advogados que gostariam se trabalham sozinhos e com autonomia, se veem em um beco sem saída e tem que recorrer a sociedades. Contudo, existem sim outras opções para adquirir experiência.

A alternativa mais frequentemente usada pelos advogados para conseguir uma experiência jurídica que assegure um caminho de autossuficiência está nos estágios. São muitos os escritórios que contratam estudantes que acabaram de se formam e estão em busca de conhecimento. O problema é que esse serviço normalmente é mal remunerado, e o advogado iniciante pode demorar a ter acesso as causas mais complexas que garantem um aprendizado mais gratificante.

Outros experiências possíveis para quem já formou, encontra-se nos estágios de pós-graduação dos órgãos públicos. Eles, costumam ser chamativos pelos valores que são pagos, podendo ser de mais de 2 mil reais. Apesar de não ser a melhor opção para quem quer advogar, ainda assim, podem ser uma boa experiência para quem quer vivenciar o outro lado da moeda, principalmente para aqueles que optarão por advogar na área de Direito Público.

Uma alternativa para adquirir experiência buscada por advogados autônomos está em abrir um escritório modelo vinculado a uma instituição de ensino. Esse empreendimento ocorre da mesma forma que um escritório tradicional, oferecendo assistência jurídica em processos judiciais e administrativos.

Onde abrir o escritório?

Apesar de a advocacia ser uma das poucas profissões que não costumam angariar clientes eventuais — aqueles que passam em frente a um estabelecimento e decidem entrar — é fundamental escolher bem a localização do seu escritório.

Depois de já ter decidido a cidade em que você acha que poderá melhor desenvolver seu trabalho, agora é o momento de escolher a casa ou a sua sala. O primeiro critério a ser analisado é a questão da proximidade dos fóruns e da Justiça Federal. Isso, diminuirá o tempo gasto nos deslocamentos e pode até mesmo aumentar a sua credibilidade com seus clientes.

Uma forma para diminuir os custos com os gastos fixos no momento de montar seu escritório, como aluguel, condomínio e secretária, é compartilhar o espaço com outros advogados. Materiais de escritório, como mesa, cadeira, equipamentos de informática, também poderão ser divididos. Combine os horários em que cada profissional poderá atuar e atender seus clientes.

Dessa forma, mesmo com baixo investimento, você poderá ter um escritório bem estruturado e em um local central. Isso passará maior confiança para seus clientes, afinal, o escritório bem constituído é uma forma de atrair e fechar bons negócios.

Como conseguir os primeiros clientes?

Conseguir captar clientes, com certeza, é uma das maiores preocupações do advogado que está iniciando. O mercado jurídico tem alta competitividade, e por isso, é necessário que o advogado consiga se destacar.

É importante esclarecer logo de início que o Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) restringe muito o marketing jurídico, diminuindo as opções para os advogados conseguirem conquistar clientes. Pode não ser fácil, mas é possível.

Primeiro, use a Internet ao seu favor. Com o avanço da tecnologia jurídica e o acesso atingindo mais pessoas, de diferente idades e classes sociais, é importante construir uma boa imagem no ambiente digital, para isso, utilize as ferramentas jurídicos e erga uma fama profissional positiva.

Em seguida, invista em networking. Este, é o responsável por formar relacionamentos profissionais que possibilitam trocas de conhecimentos práticos e oportuniza fechar importantes negócios. No campo do Direito, o networking se destaca, pois apesar de o advogado ser autônomo, são muitas as causas com diferentes matérias e especificidades.

Como adquirir especializações?

É importante que o advogado autônomo inicie a sua carreira priorizando as suas habilidades. Independente da escolha pelo setor público ou privado a carreira requer muito estudo e dedicação. As especializações jurídicas garantem uma preparação prática que geralmente não houve durante os anos de faculdade.

Lembre-se, a afinidade com a matéria a ser desempenhada ajuda a enfrentar os desafios e desenvolve maior confiança para ajuizar processos e realizar audiências. Além disso, quando se gosta da matéria, o ânimo para os estudos e pesquisa é muito maior. Comece pelas matérias com as quais teve contato durante os estágios da faculdade e terá maior facilidade em obter êxito e confiança para adentrar em outros ramos.

Por exemplo, para quem fez estágios em escritórios que tinham a maior parte de suas ações sendo previdenciárias e trabalhistas terá um conforto em assessorar seus próprios clientes e ajuizar processos semelhantes.

Qual a vantagem das parcerias?

Um problema que não atinge apenas principiantes é o surgimento de demandas complexas e de difícil solução, que precisam de maior conhecimento e experiência na área. Para lidar com essas situações é importante fechar parcerias com especialistas e profissionais que tenham maior experiência.

Nesse caso, apenas tenha o cuidado de formalizá-las e de manter-se como referência para o seu cliente, concentrando algumas atividades especiais, como atendimento e tomada de decisões.

Quais as vantagens em se tornar um advogado autônomo?

É comum encontramos advogados que acabaram de conseguir a OAB distribuindo currículos para escritórios em busca de uma chance de trabalho. Algum tempo depois, verifica que as oportunidades que foram oferecidas davam pouco retorno financeiro e dependiam de muito tempo e dedicação. Esse advogado então percebe que perdeu uma ótima chance de trabalhar sozinho, sendo um advogado autônomo. Vamos listar a seguir algumas das principais vantagens em e tornar um advogado independente.

Experiência em diversas áreas

Ao contrário de escritórios que normalmente se especializam e atendem apenas algumas áreas, advogado autônomo tem a liberdade de entrar em vários seguimentos do Direito. Com isso, o iniciante poderá decidir com segurança o ramo mais atrativo para ele e só depois de especializar em uma área.

Os escritórios normalmente prendem o advogado a contratos de exclusividade, restringido a experiência com outros profissionais e diminuindo seu Networking jurídico.

Possibilidade de desenvolver habilidades variadas

Desde o estágio no núcleo de prática jurídica da faculdade é possível observar os vários tipos de causas e clientes que chegam. Diante de tantas variadas demandas, ocorrerá uma ampliação das suas habilidades. Constantemente aprenderá com as diversas situações, aprendendo a lidar com elas da melhor forma, ganhando confiança e aumentando a imagem positiva do seu currículo. Lembre-se que seu cliente procura alguém para resolver os problemas específicos enfrentados por ele.

Diferentes fontes de renda

O advogado autônomo pode conseguir uma renda extra facilmente. A correspondência jurídica é um dos mais famosos trabalhos feitos pelos advogados iniciantes, pois além de dar um retorno financeiro imediato é uma chance de adquirir experiência.

Outra forma do advogado independente aumentar a sua renda é por meio de parcerias fixas com outros colegas de trabalho, fechando contrato para causas que necessite do conhecimento técnico que o escritório não tem.

Mais domínio do tempo

A melhor parte de ser um advogado autônomo é ter a liberdade de gerir o seu próprio escritório, com horários e dias que sejam mais convenientes ao seu tempo. Quando há obrigações com sociedades jurídicas fica difícil conciliar outros trabalhos e fazer um planejamento, pois sempre deverá estar disponível para atender os eventuais problemas que surgirem no trabalho.

Possibilidade de trabalhar em qualquer lugar

É muito comum advogados terem clientes em diversas comarcas do país. Antigamente, isso era um grande problema para aqueles que trabalhavam sozinhos, pois tinham que arcar com os custos de contratar outro profissional para cuidar dos seus processos quando estivesse em outra cidade.

Atualmente, com as diversas tecnologias no campo do Direito e com o instalação do processo eletrônico, é possível ter clientes em vários lugares do Brasil, podendo acompanhar as ações de qualquer lugar.

Autonomia

Seja de Direito, seja em qualquer outra área, a gestão da sociedade é sempre objeto de discussões. Enquanto um sócio tem suas pretensões, os outros pensem de forma diferente. Por isso, a autonomia na advocacia independente é tão desejada.

Além do conforto em tomar decisões, a autonomia técnica também é muito importante. A sua independência profissional não poderá ser exercida dentro de uma sociedade de advogados ou como advogado empregado, pois deverá atuar de acordo com a normas de empresa. Quando o advogado não tem liberdade, todas as suas petições devem passar pelo juízo de um superior, que normalmente é o chefe do setor jurídico.

Melhoria da gestão

É importante que todos os procedimentos adotados pelo advogado sejam bem administrados, para que haja um controle sobre faturamento, prazos e disponibilidade para novos atendimentos. A autonomia para gerir sozinho um escritório pode acabar virando uma desvantagem se não for feita com responsabilidade.

Utilize as ferramentas tecnológicas usadas para auxiliar os escritórios. A automação dos processos faz toda a diferença no mercado. Quando o trabalho é realizado sozinho, o advogado se não usufruir das ferramentas que tem a seu dispor poderá ficar atribulado e não ter tempo para dar atenção ao que realmente importa: as atividades jurídicas.

Comece fazendo a gestão documental. Esta, otimizará o armazenamento de dados, consulta de processos, acessos de informações, assegurará que o advogado não perca os prazos e o mais importante: trará a segurança das informações.

Quais são as boas práticas para um advogado autônomo?

É importante que o advogado autônomo organize suas tarefas internas e consiga sozinho desempenhar vários papéis. Principalmente para o profissional iniciante, arcar com os custos de contratar secretários e estagiários pode representar um diminuição do faturamento comprometendo a segurança dos negócios.

Dessa forma, foram desenvolvidas várias formas do advogado conseguir sua independência, inclusive utilizando sistemas jurídicos com preços acessíveis e fáceis de configurar. Leia a seguir a lista de dicas.

Acompanhe seus resultados

É preciso ter consciência dos resultados positivos e negativos do trabalho para conseguir entender os erros e acertos e utilizá-los ao seu favor. Atualmente, encontramos disponíveis ferramentas capazes de medir os dados dos resultados. Ou seja, o próprio aplicativos indicará as tarefas diárias que estão sendo primordiais e quais os recursos poderão ser tuilizados para agilizar esses procedimentos.

Os timesheets utilizados por advogados está entre as ferramentas de gestão dos escritórios de advocacia. Ele basicamente consiste no controle diário do tempo de trabalho, especificando as horas gastas em trabalhos externos — como em audiências — e com trabalhos internos, dividindo a administração do escritório, as atividades fins (redigindo petições e dando consultorias) e o tempo de pesquisa e estudo.

Estime a duração de seus casos

Se está procurando um diferencial para a sua advocacia, entenda que saber o tempo de tramitação dos seus processos, judiciais ou administrativos, é o maior destaque do escritório. Ter uma média do tempo que levará para um processo chegar ao fim transmitirá ao seu cliente confiança e conforto. Além disso, com esses dados, você terá maior segurança para não passar valores equivocados, abusivos ou ínfimos.

Já existem sistemas capazes de analisar os dados de ações em cada juízo. Fazem uma balanço do tempo em que cada juiz demora para tomar suas decisões, o prazo para serem marcadas perícias e audiências e ainda mostram diagnósticos das ações procedentes e improcedentes, conforme os assuntos das demandas, a vara judiciária ou o Tribunal em que tramita.

Invista em publicidade

Como vimos, o Código de Ética da OAB restringe bastante o marketing jurídico. Contudo, isso não quer dizer que o advogado não pode dar publicidade ao seu trabalho para conseguir se destacar no mercado.

Apesar do boca a boca ainda ser a melhor propaganda de todas para a advocacia, você ainda pode utilizar as redes sociais e os blogs jurídicos. Publique artigos e informações sobre mudanças nas legislações, você conseguirá manter um relacionamento com seu cliente e ainda chamar a atenção de outras pessoas que estão em dúvida sobre os conteúdos publicados por você.

Cuidado com as redes sociais

Assim como é possível se beneficiar das redes sociais, é possível também infringir regras da OAB e acabar sendo responsabilizado com penalidades administrativos, inclusive multas. Lembre-se que o conteúdo das redes sociais devem ter um caráter informativo, jamais comercial.

Uma boa forma de comunicação com o público é esclarecendo termos jurídicos e etapas processuais. Escrever sobre casos práticos também é uma ótima maneira de chamar a atenção e dar maior credibilidade ao seu trabalho. Apenas tome cuidado de escrever sobre o que realmente sobre assuntos do seu domínio, pois é comum aparecerem questionamentos e terá que esclarecer.

Faça o controle financeiro

Ter uma gestão financeira é primordial para o desenvolvimento de qualquer negócio, é ela que garantirá a sustentabilidade do escritório e a garantirá tranquilidade para o advogado. Planilhas gratuitas para escritórios de advocacia são disponibilizadas e transformam o controle financeiro uma tarefa simples.

Para quem não consegue se adaptar as planilhas, outros sistemas também podem ser utilizados. Eles calcular as despesas e o lucro do mês.  Disponibilizam um resultado final já indicando os valores que deverão ser guardados para o fluxo do escritório e ainda preveem os valores que serão arrecadados, com as requisições de pequeno valor (RPV) e precatórios a receber.

Organize seu dia

Organizar a agenda de trabalho faz parte de uma boa gestão do escritório. É uma necessidade que não atinge apenas escritórios grandes e os profissionais autônomos devem ficar atentos a situação para não perder prazos.

As tarefas urgentes devem ser destacadas, como recursos e contestações. Em seguida as atividades fixas devem ter seu tempo já contabilizado, como audiências e reuniões marcadas. É importante sempre deixar um espaço para eventuais imprevistos.

A tecnologia atual aplicada ao setor jurídico auxilia é um ótimo investimento. Auxilia o advogado autônomo que não tem a ajuda de secretários a deixar seus prazos contabilizados.

Utilize ferramentas jurídicas

Se você já teve a oportunidade de trabalhar em órgãos da advocacia pública, como a Advocacia Geral da União (AGU) e a Defensoria pública, verificou que todos eles têm um sistema jurídico que contabiliza prazos para devolução de processos, tarefas urgentes e outros meios de auxiliar seus profissionais. Isso ocorre porque a demanda normalmente é alta e os processos precisam ser bem estudados.

A tecnologia já faz parte de qualquer escritório bem-sucedido. É impossível ficar sem usar as ferramentas digitais. São elas que indicam os prazos, os custos, o faturamento e ajudam na gestão geral do escritório.  Descomplicando a rotina do advogado. São muitas as tarefas repetidas que podem ser substituídas por automação.

Sabemos que a conquista por um espaço em um mercado com tantos escritórios antigos, realmente, não é fácil e vai além do conhecimento técnico. Os anos de ensino do Direito e os núcleos de prática não são suficientes para cobrir as barreiras enfrentadas pela carreira e justifica o receio de muitos advogados autônomos.

Por isso, é que mais do que nunca os sistemas jurídicos devem envolver o trabalho do advogado independente. São eles que impulsionaram o início da carreira e auxiliaram no crescimento jurídico profissional.

Os aplicativos jurídicos dispensam uma estrutura robusta, facilitando ao advogado autônomo colher bons frutos e retorno financeiro rápido. Dessa forma, entrar no mercado jurídico sem precisar ficar preso a escritórios ficará muito mais fácil!

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