A relação do ser humano com a tecnologia tem se dado de forma tão íntima, que, hoje, a inteligência artificial (IA) tem aplicação nas mais diversas áreas, atendendo a variadas necessidades humanas — tal cenário não poderia ser diferente na advocacia.

Contudo, você sabe como ocorre a aplicação da inteligência artificial na advocacia? Neste post, você vai aprender mais sobre o tema e entender como essa ferramenta pode ser útil nas suas tarefas da rotina jurídica. Boa leitura!

O que é inteligência artificial?

Inteligência artificial consiste na capacidade de as máquinas agirem e pensarem como os seres humanos. Trata-se de exercer determinadas tarefas, como raciocinar, aprender, inferir e reconhecer padrões a partir de algoritmos matemáticos ou estatísticos.

Essas máquinas são capazes, ainda, de proceder à cognição semântica, de forma a interpretar textos e reagir a imagens. Por meio dessas habilidades, elas conseguem, até mesmo, substituir pessoas em atividades rotineiras.

Embora pareça recente, o termo “inteligência artificial” foi cunhado em 1956 pelo norte-americano John McCarthy, matemático e cientista da computação. Seu objetivo era demonstrar que máquinas seriam capazes de resolver problemas, até então, reservados aos humanos.

Como aplicar a inteligência artificial na advocacia?

Assim como em outras áreas de conhecimento, a inteligência artificial tem aplicação no mundo jurídico. Embora o advogado seja indispensável à administração da justiça, por força do que determina o art. 133, da Constituição Federal de 1988, Tribunais de Ética da OAB têm aceitado a atuação do “robô-advogado”, desde que essa ferramenta não exerça atividades privativas do profissional. Feita essa ressalva, é certo que se trata de um mecanismo que pode facilitar muito o exercício de atividades rotineiras na advocacia.

A IA é capaz, por exemplo, de analisar documentos e jurisprudências, agilizando a reunião de informações. Isso pode ser um diferencial na preparação de uma defesa ou no desenvolvimento de uma nova tese jurídica.

Ademais, ela pode sugerir novas soluções a um tipo de caso. Isso acontece a partir da sua capacidade de aprender com erros e acertos e, também, de raciocinar, aplicando regras lógicas a determinado conjunto de dados.


Essas soluções podem surgir, ainda, dos instrumentos de pesquisa que a IA utiliza, sendo possível graças ao mecanismo utilizado pela ROSS, da IBM, por exemplo. Ela consegue fazer a leitura do texto da lei e, a partir disso, elencar os seus tópicos relevantes, outras normas a ela relacionadas e a jurisprudência de forma rápida.

A ROSS ainda acompanha as inovações legislativas. Esse recurso permite que você exerça uma advocacia sempre atualizada e, em consequência, ofereça um serviço de qualidade.

Além de atuar no conteúdo dos processos, a inteligência artificial é capaz de organizá-los, possibilitando um controle mais eficiente. Dessa forma, o profissional obtém mais tempo para captar novos clientes e atendê-los com mais proximidade e de forma mais satisfatória.

Sendo assim, fica ainda mais evidente que a tecnologia proporciona inúmeros benefícios à vida humana e, entendendo o conceito, bem como as vantagens da aplicação da inteligência artificial na advocacia, a conclusão é uma só: o segredo para o sucesso do seu escritório pode estar nessa ferramenta.

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